Anjos de Resgate – Perfil

13 abril, 2013

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Demian Tiguez

Inovação e qualidade. Essas duas palavras resumem bem o trabalho e a história de um dos maiores fenômenos da música católica no Brasil: a banda Anjos de Resgate. Percorrendo todo o Brasil e lotando os recintos por onde passa, a banda Anjos de Resgate tem 8 CDs e 2 DVDs gravados, já vendeu mais de um milhão de cópias e conquistou 5 discos de ouro, 2 discos de platina e o primeiro DVD de ouro da história da música católica.

Apesar de todo esse sucesso comercial, o objetivo da banda vai mais além: fazer da música um instrumento de conversão para muitos corações, ser sinal de vida em um mundo marcado por uma cultura de morte.

Para o Pe. Fábio de Melo, um dos maiores expoentes do gênero no Brasil, a banda marcou a história da música cristã: “Anjos de Resgate foi um divisor de águas. Pelas composições e pela qualidade nas apresentações ao vivo. Eles fizeram escola”, afirma.

Já o Pe. Zezinho SCJ, um dos pioneiros da música cristã no Brasil, ressaltou a importância da missão da banda: Resgate e Anjo são duas palavras fortes que comprometem. Anjo, porque anuncia alguém maior, e Resgate, porque promete libertação. Os cantores da fé que levam este nome sabem o peso que levam. Oro por eles”, explicou.

Marcelo Duarte

Em 2000, Dalvimar Gallo e Marcos Pavan entraram em contato com a gravadora Codimuc para lançar um CD. A idéia inicial era de uma dupla sertaneja, porém não condizia com o estilo musical do projeto. Na época, Eraldo Mattos sugeriu que os artistas se chamassem Anjos de Resgate, que na opinião dele era um nome forte e tema de uma das músicas do repertório. A idéia foi acolhida pela dupla. Também por sugestão de Eraldo, foram incluídas no projeto original as faixas Amigos pela fé, Glórias ao Rei Jesus e Chamando Deus de Pai, e as participações especiais do Mons. Jonas Abib e do cantor Dunga.

Logo no primeiro disco, Deus está no Ar, várias faixas se tornaram sucesso. Entre elas, Anjos de Resgate (Manda teu anjos), que também foi gravada pelo Pe. Marcelo Rossi, e Amigos pela fé. Canções que ainda hoje fazem parte do repertório de ministérios de música que tocam em missas, grupos de oração, encontros de jovens e retiros em todo o Brasil. Deus está no Ar atingiu marca de 150 mil cópias vendidas, conquistando os Discos de Ouro e Platina Duplo.

Após o lançamento do CD, surgiu a necessidade de formar um grupo para executar as músicas ao vivo. Vendo que Marcos Pavan não teria condições de abandonar sua carreira profissional para se dedicar exclusivamente à música católica, Dalvimar conversou com ele e resolveu montar o que se tornou a banda Anjos de Resgate. Para isso, convidou Marcelo Duarte para os teclados, Eraldo Mattos para o baixo e Alexandre Guidini (Xandão) na bateria.Em 2002, o grupo lançou o CD Luz das Nações, que alavancou ainda mais o sucesso da banda com as canções Estou Aqui, Mais que Amigos, Tua Família e Tenha Sede de Deus. O disco ultrapassou a marca de 130 mil cópias vendidas, sendo premiado com os Discos de Ouro e Platina.

Francis Botene

O terceiro CD da banda, Um Só Coração, veio em 2003 e emplacou os sucessos Majestosa Eucaristia, O céu está rezando por ti e Maria e o Anjo, que teve participação especial da cantora Celina Borges. O álbum passou de 80 mil cópias e conquistou o Disco de Ouro.

Em 2004, o grupo celebrou a sua história com a gravação de um CD e DVD ao vivo, num grande espetáculo realizado na casa de shows Olimpo, no Rio de Janeiro (RJ). Com versões dos grandes sucessos da banda, Mais que Amigos – Ao Vivo vendeu cerca de 112 mil CDs, o que lhe rendeu um Disco de Ouro e outro de Platina, e mais de 30 mil DVDs, conquistando o primeiro DVD de Ouro da história da música católica. A música tema do álbum fez parte da trilha sonora do filme Maria, mãe do Filho de Deus, com Giovanna Antonelli e Luigi Baricelli, produzido pelo Padre Marcelo Rossi.

Nesse mesmo ano, com a agenda de shows crescendo muito, o baterista Xandão deixou o grupo por não poder cumprir os compromissos da banda, devido às exigências da sua profissão.

Em 2006, com o lançamento do quinto CD da banda, o grupo voltou a inovar no cenário da música católica. Seja Luz foi lançado com uma tiragem de 50 mil cópias vendidas. Foi a primeira vez em que um disco de música católica foi lançado já com Disco de Ouro. O disco emplacou vários sucessos. Entre eles, Oceano de Misericórdia, A Cruz Sagrada, que tem participação de Ricardo Sá (Canção Nova), Por Amor, com participação do Pe. Roberto Lettieri (Toca de Assis), Pão dos Anjos, Sou teu Anjo e O Primeiro Olhar, que tem participação de Ziza Fernandes. Nesse mesmo ano, o baterista Maikon Máximo passou a acompanhar a banda nos shows.

No ano seguinte, a banda gravou a faixa Dai-nos a Bênção e foi responsável pela produção musical do CD Bendito o que vem em nome do Senhor, álbum oficial da visita do Papa Bento XVI ao Brasil, que também contou com as participações dos cantores Daniel, Elba Ramalho, Joana e da dupla Gian e Giovani. Na ocasião, o grupo também fez um show especial durante o Encontro do Papa com a Juventude, em maio daquele ano. O evento reuniu mais de 40 mil jovens no Estádio do Pacaembu, em São Paulo.

Eraldo Mattos

Em junho de 2008, após uma série de ausências em shows por problemas de saúde, o vocalista Dalvimar Gallo deixou o grupo e anunciou carreira solo. Pego de surpresa com a rápida decisão do cantor, o grupo se viu num momento de buscar radicalmente a vontade de Deus para a caminhada da banda.  “Buscamos incessantemente a direção do Senhor, partilhamos experiências de formação e o Espírito Santo finalmente soprou sobre nós, fazendo uma ‘revolução’ altamente benéfica para a nossa missão”, afirma Eraldo Mattos.

Marcelo Duarte deixou os teclados e assumiu a voz principal, passando a tocar violão e guitarra. Dois novos integrantes entraram na banda: o tecladista Francis Botene e o guitarrista Demian Tiguez. De acordo com Eraldo Mattos, com as mudanças, o grupo ganhou força maior no vocais, que agora são feitos por todos os membros durante os shows.

Já com a nova formação, em 2009 o grupo lançou o CD/DVD Anjos de Resgate – Ao vivo em Brasília. Reunindo grandes sucessos da carreira e duas músicas inéditas, o álbum marcou o início de uma nova fase da banda. Novos integrantes, nova dinâmica, mas a mesma espiritualidade que sempre marcou o grupo.

Maikon Máximo

Em 2011, a banda lançou o álbum Anjos de Resgate 10 Anos. Lançado numa parceria entre as gravadoras CODIMUC e Som Livre, o disco apresenta uma síntese da carreira do grupo, com novos arranjos.

Agora, em 2012, o grupo lança o seu mais recente trabalho, o CD Marcados pelo Amor, lançado numa parceria entre as gravadoras CODIMUC e Universal Music. O disco tem como destaques as faixas Me Marque na História, Recomeçar, Amado Amigo e Senhora de Todos os Povos. O álbum conta ainda com participação especial do grupo Cantores de Deus na faixa Teu Anjo.

Os integrantes experimentam a partilha de vida no dia-a-dia e vivem a alegria de servir a Deus. Dessa vivência, eles tiram a força e o direcionamento espiritual que norteiam os trabalhos da banda e da equipe que a acompanha. “Ser Anjos de Resgate é realmente uma missão: resgatar almas para o Reino de Deus, para juntos podermos louvar Nosso Senhor, Deus todo poderoso e fiel”, diz Marcelo Duarte.

A banda Anjos de Resgate é formada por Marcelo Duarte (vocal, violões, guitarra base e teclados), Demian Tiguez (guitarra solo, violões e vocais), Eraldo Mattos (baixo e vocais), Maikon Máximo (bateria, percussão e vocais) e Francis Botene (teclados, violões, sax, gaita e vocais). Saiba mais sobre a banda Anjos de Resgate em www.anjosderesgate.com.br

* Trabalho realizado para a gravadora Universal Music

 

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CD Marcados pelo Amor – Anjos de Resgate

13 abril, 2013

marcados pelo amor

Novo tempo, novos caminhos, novas histórias e canções. Tudo isso firmado numa espiritualidade provada em 12 anos de estrada e marcada pela presença de um Deus que se faz irmão dos homens e se revela na amizade verdadeira. Esse é Marcados pelo Amor, 8º CD da banda Anjos de Resgate, primeiro lançamento da parceria entre as gravadoras CODIMUC e Universal Music.

Com arranjos e produção musical de Marcelo Duarte, o álbum traz 12 faixas inéditas e conta com a participação especial do grupo Cantores de Deus. Andréia Zanardi, Dalva Tenório e Karla Fioravante interpretam a faixa Teu Anjo, versão de Francis Botene para a canção I’m your Angel, sucesso nas vozes de Celine Dion e R. Kelly.

Entre os destaques, a música Me Marque na História (Anderson Freire), que expressa a necessidade de, em meio a tantos conselhos, ouvir a voz de Deus e se deixar conduzir por sua sabedoria. O refrão clama: “Faça soar minha vida como a canção que foi produzida no seu coração”.

Outro destaque é a canção Recomeçar (Marcelo Duarte), que apresenta um Deus que perdoa sem medida. Com paciência, ele espera o sim de cada homem, acredita e está sempre disposto a retomar o caminho. A letra afirma: “Recomeçar é estar ferido e suportar, é estar cansado e continuar em busca do amor, sem culpa e sem dor. Recomeçar é ir em frente, sem medo de errar. Deixe os receios pregados na cruz. Faça sua história com Jesus”.

O disco também tem como destaques as faixas Adoração (Rhamon Macedo / Valdinei Guimarães), Vou Viver (Francis Botene), Amado Amigo (Marcelo Duarte/ Abdias Vicente), Todos os Anjos (Marcelo Duarte / Marcleide Betania), Em Teu Mar (Maikon Máximo) e Senhora de Todos os Povos (Marcelo Duarte / Abdias Vicente /Demian Lopes / Cris Mattos).

Primeiro disco de inéditas após seis anos (o último havia sido Seja Luz – 2006), Marcados pelo Amor consolida definitivamente a atual formação, reunida desde 2008, e ratifica o amadurecimento da nova dinâmica musical da banda, já aprovada pelo público nos shows pelo Brasil.

Um dos CDs mais esperados do ano, Marcados pelo Amor já está disponível nas melhores lojas do Brasil e também pela internet, no site http://www.mundosanto.com.br.

*Trabalho realizado em 2012, para as gravadoras Universal Music e  Codimuc

 

CD Bendito Seja – Ítalo Villar

13 abril, 2013

 

Bendito Seja - Ítalo Villar

Um profundo sentimento de pertença, de intimidade e liberdade diante de Deus, além de duas vontades incontroláveis: rezar e dançar. Essa é a sensação de quem ouve o CD Bendito Seja, novo trabalho do cantor e compositor Ítallo Villar, lançado pela gravadora Paulinas/Comep.

Em seu terceiro álbum solo, Ítalo traz letras profundas, que falam de realidades da vida e da presença concreta de Deus nas lutas do dia a dia. Além de melodias cativantes e muito, muito swing, marcas registradas do trabalho do artista. Com produção musical e arranjos de André Cavalcante, Bendito Seja mistura diversos ritmos e estilos, que vão do Pop Rock ao Rhythm and Blues, passeando pelas baladas românticas e se aventurando pelo Hip Hop.

Entre os destaques do novo álbum, está a faixa Pense Bem, que dá um puxão de orelha em quem reclama de tudo. Com um balanço contagiante, a canção dá uma chacoalhada geral e convida a confiar em Deus e a seguir a vida com decisão e coragem. Com uma letra inteligente e aguda, questiona: “Eu quero saber porque você reclama tanto da vida assim (…) Será que sua memória é curta? Não se lembra que um dia Deus o escolheu e o separou dentre todos?”.

Outros destaques são as faixas Serei Fiel, Rio de Unção, Ele Cumprirá e Dobrando o Coração, que leva a uma experiência de profunda adoração. Numa entrega total da própria vida, o refrão diz: “Eu elevo as mãos, dobrando o coração”. A música Bendito Seja, faixa tema do disco, é uma perfeita ação de graças, uma declaração explícita de reconhecimento do poder de Deus, sustentando a cada um, em meio a lutas e sofrimentos.

Já a faixa Tô na Boa mistura Funk e Hip Hop para afugentar todo o mal. Com participação especial do rapper L-Ton O.S.K., a letra afirma: “O mal para mim não faz careta. Eu pertenço ao rei Jesus”.

O álbum conta ainda com as participações especialíssimas do grupo Cantores de Deus, na faixa Ele Cumprirá, e da cantora Fátima Sousa, do Ministério Adoração e Vida, na canção Serei Fiel. O CD Bendito Seja traz também músicas que podem ser utilizadas na Liturgia, como Alimento Vivo (Comunhão), Deus Forte (Santo) e Dia de Celebração (entrada).

Segundo Ítalo, a proposta do disco é, mais uma vez, conscientizar e alertar as pessoas para o plano salvífico de Cristo na vida de cada um. “Quero alcançar e tocar os corações, não só dos que já possuem uma intimidade com o Senhor, mas daqueles que ainda insistem em vagar sem rumo, sem direção, que não conhecem o poder desse Deus maravilhoso”, afirma o músico.

O CD Bendito Seja já está disponível nas melhores lojas do Brasil. Adquira já o seu.
Ouça, sinta e surpreenda-se.

 

* Trabalho realizado para o cantor Ítalo Villar

 

Nem reality nem show

31 agosto, 2011
Charge do cartunista Baloo - Fonte: toonpool.com

Charge do cartunista Baloo - Fonte: toonpool.com

Outro dia, zapeando a TV, vi o anúncio de um novo programa. Morando com o Inimigo, que deve estrear em breve no SBT, é mais um daqueles chamados reality shows. Pelo que diz a chamada, vão colocar sob o mesmo teto, por três semanas, um ex-casal. Veja só que coisa: o cara não quer ver mais a ex-mulher nem pintada de ouro, mas por dinheiro a turma topa tudo, não é não?

Bom, olhando a priori, o que o programa parece pretender é criar oportunidades para que os “inimigos” se enfrentem. E quanto menos ex-marido e ex-mulher se suportarem melhor. Mas por que o desentendimento e a briga geram tanta audiência? Por que se quer ver gente trocando tapas e xingamentos, gente matando e morrendo? Será resquício do antiqüíssimo hábito de lotar arenas para ver homens e mulheres sendo devorados por leões ou para assistir à batalha dos gladiadores e clamar pela morte do derrotado? Temos sede da tragédia alheia? Temos essa estranha necessidade de se sensibilizar com a dor dos outros? Será que essa necessidade é tão vital a ponto de desejarmos que o pior aconteça, só para que possamos nos comover? Enquanto isso, os vendedores de notícia e entretenimento fazem a festa.

Voltando a falar especificamente dos reality shows, tomo como exemplo A Fazenda, que recentemente iniciou a sua quarta temporada. Outro dia, me chamou atenção a hastag #muquetadaduda na lista dos assuntos mais comentados do Twitter. Não é novidade nenhuma ver bobagens nos trending topics brasileiros, mas aquele tema inusitado despertou minha curiosidade. Quis saber do que se tratava.

Deparei-me com comentários a respeito de uma lutadora sérvia que havia sido expulsa do programa. Motivo: desferiu um tapa no rosto do irmão de um ator da Globo porque o rapaz teria apalpado os seios da moça durante uma partida de basquete aquático.

Sublinhei os termos acima para tentar, por meio de palavras-chave, entender o fato: Lutadora sérvia – tapa – irmão de ator – mão boba – basquete aquático. Por que raios o nome disso é reality show?

Reality, como todo mundo sabe (e se não sabe, dá para supor), é uma palavra da língua inglesa que significa realidade. O dicionário define realidade como “qualidade do que é real. O que não é fantasia. O que existe de verdade”.

O que há de real em 15 pessoas confinadas numa casa, fazenda ou o que quer que seja, durantes meses, sem fazer nada ou brincando de cuidar de animais, participando de joguinhos, eliminando uns aos outros e disputando um prêmio milionário? Na vida real, 99% das pessoas, por mais que trabalhem, jamais conseguirão juntar um milhão de reais. Onde está a realidade?

Voltando ao fato em si, algumas questões:

Uma lutadora é colocada num programa como esse por qual motivo? O que se espera dela? Será que ela agrediria alguém se ficasse furiosa?
Alguém se torna ator só porque tem um irmão ator, como que por herança genética? Então qual o objetivo do rapaz no programa? Seria tentar, ainda que por vias discutíveis, deixar de ser apenas o irmão do Bruno? Seria ele capaz de fazer qualquer coisa que mandassem para conseguir seu lugar ao sol?
E o basquete aquático, isso existe? O basquete é um esporte que normalmente gera muito contato físico. Mas por que numa piscina? Alguém conseguiu ver se o cara apalpou mesmo ou não, se foi um acidente ou de propósito? Será que a água atrapalha a visão tira-teima?

Bingo! Alguém aí duvida que haja um roteiro a seguir e confusões pré-fabricadas para aumentar o famigerado ibope?

Já a palavra show todo mundo de fato sabe o que significa. Mas, para não fugir do hábito, vamos consultar o papai: “Espetáculo formado de números variados, usado em programas de teatro, rádio e televisão”. E o que é espetáculo? É a apresentação de pessoas que exibem sua arte, de maneira extraordinária, que impressionam e encantam a platéia. Qual arte é apresentada em A Fazenda? O que os participantes apresentam de extraordinário? O que elas fazem ou dizem de relevante que mereça o titulo de show?

Vejamos o grupo de notáveis da edição atual e tentemos descobrir: Duda Yankovich (lutadora sérvia que foi expulsa); Dani Bolina (modelo, entrou no lugar da lutadora); Renata Banhara (Segundo o site do programa, a profissão da moça é… Personalidade da Mídia?); Thiago Gagliasso (o seu mérito é ser irmão do Bruno); Dinei (ex-jogador de futebol de carreira quase irrelevante. Que me desculpem os corinthianos); João Kleber (uma das figuras mais esdrúxulas que já vi na TV, protagonista de pérolas como o Teste de Fidelidade); Compadre Washington (compositor dos bordões “dudududupá” e “ordinária” da banda É o Tchan); Joana Machado (ex-noiva do jogador Adriano); Françóis (quem?); Ana Markun (atriz – interpretou uma mulher que virava cobra em Os Mutantes…?); Gui Pádua (deve ter caído de paraquedas); Marlon (fazia dupla com Maikon, não lembra? Cantava aquela música… ah… é, não sei.); Monique Evans (ex-modelo de sucesso nos anos 80); Raquel Pacheco (Não sabe quem é? E se eu disser Bruna Surfistinha? Lembrou, não é?); Taciane Ribeiro (quem?); Valeska Poposuda (bom, o sobrenome já revela seus atributos).

Tenho a impressão de que A Fazenda é como que um curral de sub-celebridades ávidos por um novo fôlego na carreira e, se der, levar algum prêmio ou abocanhar a grana. Aliás, o que define uma celebridade?

Alguém se torna célebre por ter realizado algo relevante para a comunidade. Considerando que, hoje em dia, uma pessoa é considerada artista pelo simples fato de ter um “popozão”, parece que os critérios se perderam.

Uma sugestão. Para saber o quanto você é célebre, faça a seguinte pergunta: Se eu não tivesse existido, se minhas obras não tivessem sido realizadas nem minhas palavras ditas, isso faria alguma diferença para o mundo? E para o continente? Para o país? O estado? Para a cidade, o bairro, a rua? Se chegar à conclusão que só faria falta à sua família, então definitivamente você não é uma celebridade.

O fato é que chegamos a 2011 com um saldo de 11 BBB’s, 4 edições de A Fazenda, 4 da Casa dos Artistas e muitos outros, com nomes diferentes, mas o mesmo objetivo: expor as idiossincrasias de seres humanos confinados na casa. Seja diante das câmeras ou de frente para a TV.

Alexandre Santos
*especial para o blog Outros Diálogos

A bolsa caiu? Então apanha!

31 agosto, 2011

A bolsa caiu? Muito ou pouco? Qual a cotação das ações? Vou perder dinheiro? Qual o melhor investimento agora? Essa crise vai durar muito? Os EUA vão dar calote? O que disse Obama no discurso? Como o mercado reagiu? O que dizem as agências de risco?

Confesso que não entendo muito bem como funciona essa dinâmica das bolsas de valores, fundos de investimentos, mercado de ações, macroeconomia, etc. O que ainda consigo compreender é o que se compreende até quando se vai à feira. Se uma fruta está fora de estação e não se dispõe dela numa quantidade em que atenda a todos os que a procuram, o preço sobe. Já quando é época propícia de colheita e aumenta a oferta dessa mesma fruta, de modo que há mais frutas do que pessoas para comprá-la, o preço cai. É a velha lei da oferta e da procura. Ou simplesmente a lei de mercado.

Essa palavra, hoje em dia, é usada para designar o movimento de capital mundo a fora e as regras que o regem. Investidores anônimos ou não, com ou sem uma nacionalidade específica, escolhem em que país vão aplicar o seu dinheiro. E isso depende justamente do mercado. Onde esses bilhões podem se transformar em trilhões? É um jogo. Complexo, mas um jogo. Uma decisão errada, um passo infalso e… Game over. Perde-se e ganha-se somas tão difíceis de se compreender quanto as próprias estratégias utilizadas para vencer.

Se é um jogo, vou tentar imaginá-lo assim.

Uma sala escura. Uma centena de pessoas ao redor de uma mesa. Sobre ela, um tabuleiro, privilegiadamente iluminado. Tudo o mais é só penumbra. Só se consegue enxergar os rostos assombreados dos jogadores na medida em que eles se aproximam para fazer seus lances e jogar os dados. Dá para ver alguns traços, mas não se sabe bem quem são. Estão nas sombras, sem rosto, sem nome, sem identidade. Como zumbis de um filme de terror, se acotovelam pela presa mais suculenta, pela melhor oferta, pelo melhor negócio.

Do lado de fora da sala, uma multidão se comprime para saber a quantas anda a partida. Sem entender direito as regras ou por qual dos jogadores devem torcer, buscam, ávidos, por uma notícia. Espera-se que seja boa. Mas o que seria uma notícia boa, num quadro em que há tantas variáveis, tantas tão confusas possibilidades? Como saber se o que acontece lá dentro é bom ou mal?

Isso é um trabalho para os comentaristas. Eles não estão dentro da sala, que é restrita aos jogadores, mas num lugar reservado, como que um camarote, bem iluminado, de onde conseguem acompanhar cada jogada, de mestre ou não. E eles conseguem fazer projeções sobre os desdobramentos bons ou maus que podem suceder as centenas de jogadas possíveis, simulando todas as combinações, através de poderosos ultra mega master computadores de ultíssima geração. Tudo isso, para informar bem à multidão aflita, que reza por um final feliz, mas sem saber muito bem quem é o mocinho e quem é o bandido da história. Com essa parafernália toda, os ilustríssimos analistas, muito bem pagos, muitos até pelos próprios jogadores, enchem o peito para saciar a multidão, afirmando categoriacamente: “Pode acontecer tudo, inclusive nada!”.

No fim, igual a todo o jogo, uns ganham, outros perdem. A diferença é que ali quem perde sai ganhando e quem ganha também acaba perdendo um pouco. Os derrotados estão no meio daquela multidão aflita, porque essas pessoas são o objeto das apostas dos jogadores. Elas sofreram de fato as conseqüências dos resultados das partidas anteriores e aguardam mais um desfecho para saber o que será de suas vidas. O pior é saber que, mesmo ao final, o jogo não termina. Outras partidas virão.

Longe desse ringue, uma multidão ainda maior, de bilhões, nem sabe que seu destino está sendo traçado num tabuleiro de dados viciados ou, se preferir, de cartas marcadas. Cartas do tesouro.

Esses bilhões, sem saber, são oferecidos como sacrifício a um deus. Sim, um deus. A divindade que hoje desafia o único Deus de Abraão, que une (ou pelo menos deveria unir) Judeus, Muçulmanos e Cristãos.

Como outrora, no culto a outros (?) deuses, os seguidores do deus Mercado oferecem sacrifícios de vítimas inocentes. A maioria delas nem sabem que o seu sofrimento, dos seus pais e irmãos, e o sofrimento do seu povo e de seus ancestrais servem para aplacar a ira dessa dinvidade para com seus escravos.

E eis que o deus Mercado se sacia com o sangue de vítimas do jogo mercadológico, depositadas nos recônditos do planeta, sobretudo na África. A cada corpo caído, o guloso deus sorri em seus escravos. Para que perder seus bilhões tentando salvar vidas? Eles investem em sistemas de segurança. Transitam como zumbis a bordo de jatos, helicópteros e carros blindados e vivem enjaulados em suas mansões, com medo dos fantasmas das vítimas.

Enquanto isso, numa dessas periferias do mundo, ouvindo o noticiário da TV e sem entender o motivo do pavor, alguém dispara: “A bolsa caiu? Oxi… E precisa desse aperreio todin? Se caiu é só apanhar, homi! Varei… é cada uma! Ô povim pra não ter o que fazer! Deixa eu cuidar dos meus bode que é melhor”.

E não é que ele tem uma certa razão!

Alexandre Santos
*especial para o blog Outros Diálogos

A.U.B. transmite grupo de oração pela internet

22 maio, 2011

A.U.B. transmite grupo de oração pela internet
Você já participou de um grupo de oração transmitido, ao vivo, pela internet? Não? E o que dizer de muito rock’n roll e atividades específica para a juventude? Pois esse é um novo jeito de evangelizar, chamado Éfeta Revolution. A transmissão acontece, ao vivo, todas as sextas-feiras, a partir das 8h da noite, através do site www.efetarevolution.com.

O projeto é realizado pelos integrantes da banda A.U.B. em algumas cidades do Paraná. Voltado para jovens, funciona com uma programação diversificada, tendo como base a música e a Palavra de Deus.

A iniciativa começou com um grupo de oração às quartas-feiras, em São José dos Pinhais. Atualmente, o projeto se estende às cidades de Tijucas

Éfeta Revolution 2

Reunião do Éfeta Revolution

do Sul e Curitiba. Em breve, outras três cidades paranaenses receberão o Éfeta Revolution: Campo Largo, Almirante Tamandaré e Itaperuçu. A partir do mês de junho, as pessoas poderão levar para as suas cidades a versão interativa do projeto: o Éfeta Revolution na Estrada. As atividades vão acontecer durante os finais de semana.

Para participar, é fácil. As pessoas que moram próximas aos locais onde o projeto funciona podem se informar a respeito do endereço e horário do grupo através do site. Quem está longe acompanha pela internet.

Idealizado pela Comunidade Éfeta, da qual os integrantes da banda A.U.B. fazem parte, o projeto surgiu em 2006, com a inauguração da missão na cidade de São José dos Pinhais (PR). Segundo o vocalista do A.U.B., Fabrício Augusto, desde o início, a ideia não era ser um grupo comum, mas usar da criatividade para gerar um lugar especial de união com Deus e transformação de vidas. “Estar unido a este projeto é mais do que comparecer aos eventos, é descobrir e fazer parte da vontade de Deus, é entender nosso papel, nossa vocação, nosso chamado a ser Igreja”, afirma o músico.

Além da espiritualidade, o Éfeta Revolution também trabalha o aspecto social da evangelização. Para isso, existe o Plus One, projeto que leva solidariedade e alegria a crianças carentes. Reunidos com elas, os jovens doam seu tempo e atenção para realizar atividades recreativas, partilhar, dar carinho e também apresentar o amor de Deus aos que mais precisam.

Éfeta Revolution 4

Visita de Páscoa do Plus One

Coordenador do projeto, Fabrício lembra que desde a primeira inspiração, já se sabia do grande desafio que esse trabalho representaria. Segundo ele, apesar das dificuldades, a comunidade se encheu de esperança, confiando que a cada dia Deus abriria portas para que o Éfeta Revolution chegasse a todos os lugares onde o Espírito Santo suscitasse. “Temos certeza que esse projeto sempre existiu no coração do Senhor, e agora tem se tornado realidade através de pessoas corajosas e fortes, que lutam para realizar a vontade de Deus”, ressalta.

De acordo com Fabrício, o objetivo do projeto é impactar a juventude, contribuindo para gerar “santos modernos”, conforme o pedido do Beato João Paulo II. A pretensão é que o movimento consiga influenciar cidades e nações, não apenas em relação à espiritualidade, mas, sobretudo, socialmente.

“Lutamos por um avivamento nos nossos dias, em que muitos sacrificam o seu dia-a-dia, horasde lazer e descanso, por amor ao próximo, para que todos experimentem essa transformação, que brota do coração de Cristo e pulsa junto ao nosso. Um avivamento que rompa as barreiras de concreto e alcance as vidas feridas e arrasadas pela marginalidade desse mundo. Buscamos ser totalmente dependentes do Espírito Santo de Deus, pois, se nada pode parar o Espírito Santo, nada pode parar esse sonho de Deus para nós”, reflete Fabrício.

Alexandre Santos
*notícia publicada em 12/05/2011 no site http://www.codimuc.com.br

Vídeo: Baterista do Iahweh faz show em Hollywood

22 maio, 2011
Baterista do Iahweh faz show em Hollywood

Eloy Casagrande, durante Paste Day

No último dia 30 de março, o site oficial da marca de instrumentos de percussão Paiste divulgou um vídeo com o baterista da banda Iahweh, Eloy Casagrande. O músico participou do Paiste Day 2011, que aconteceu em janeiro, na Musician’s Institute Performance Hall, em Hollywood, na Califórnia (EUA).

No vídeo, Eloy executa performance ao lado do também baterista Aquiles Priester, que foi seu instrutor durante muitos anos. Os dois músicos são endorses da Paiste e foram convidados pela empresa para participar da feira de música NANN, uma das maiores do mundo.

Confira o vídeo:

Nando Mendes lança vídeo cantando em espanhol

22 maio, 2011
Nando Mendes lança vídeo cantando em espanhol

Nando Mendes canta a música "Con tú Sangre"

A assessoria do cantor Nando Mendes divulgou um novo vídeo, no site Youtube. No vídeo, o músico interpreta a música Con Tú Sangre, versão em espanhol da canção Com Teu Sangue. A música faz parte do repertório do álbum Teu Amor me Cura, lançado pela gravadora CODIMUC.

Nando Mendes é acompanhado pelos músicos Bruno Rocha (guitarra e violão), Neto Martini (contrabaixo), Adriano Peixer (teclado) e Gabriel Marotti (bateria). O vídeo foi gravado com o apoio do site Portal Católico.

Confira o vídeo:



Alexandre Santos
*notícias publicada no dia 03/05/2011, no site http://www.codimuc.com.br

Anjos de Resgate lança CD comemorativo pela Som Livre

22 maio, 2011
Anjos lança CD comemorativo pela Som Livre

Álbum comemora 10 anos de carreira

Anjos de Resgate 10 Anos. Esse é o título do CD comemorativo que está sendo lançado, numa parceria entre as gravadoras  CODIMUC e Som Livre. O álbum traz novas gravações de  grandes sucessos que marcaram a carreira do grupo.

Nas 14 faixas do disco, o grupo apresenta 6 medleys e 8 músicas inteiras, traçando um panorama desses 10 anos de estrada.

Destaques para canções que não estiveram no repertório do DVD Anjos de Resgate Ao vivo em Brasília, ultimo trabalho do grupo, lançado em 2009. Entre elas, Majestosa Eucaristia, Invade Minh’álma, Maria e o Anjo, Maria da Eucaristia, Bênção dos Cowboys, entre outras. A direção vocal ficou por conta de André Leite, vocalista da banda Iahweh.

Com mixagem e masterização de Tiago Mattos, o álbum deve inaugurar uma nova fase na carreira da banda. Segundo o baixista Eraldo Mattos, a expectativa é de ampliar a missão e fazer a mensagem atingir muito mais corações: “Que esse trabalho ajude os católicos a levarem vida e esperança às pessoas que mais precisam. E mostre àqueles que não têm uma religião que existe uma luz, uma esperança. Que existem anjos que os ajudam a encontrar novamente aqueles sonhos que talvez um dia eles tenham perdido”, diz.

Segundo ele, o novo trabalho faz memória do passado, mas aponta para o futuro: “é uma síntese das experiências vividas por nós, ao longo desses 10 anos, porém revestida com essa cara nova da banda e com a maturidade que o tempo nos deu. Caíram os frutos antigos, nasceram brotos novos, com nova esperança, nova força e novo vigor para continuar a história do Anjos de Resgate”, afirma o músico.

Alexandre Santos
*Notícia publicadas no dia 25/04/2011 nos sites www.codimuc.com.br e www.anjosderesgate.com.br

Beatrix completa 5 anos

2 julho, 2010

Beatrix

Criatividade, atitude e uma certa ansiedade de falar o que pensa. Além, é claro, de um rock n’ roll de altíssima qualidade. Essa é a banda Beatrix, que neste mês de abril está completando 5 anos de carreira.

Ainda colhendo os frutos do CD de estreia, Beatrix, lançado em 2007, e preparando o repertório do próximo álbum, os integrantes do grupo realizaram um bate-papo informal com o jornalismo da CODIMUC.

Com bastante sinceridade e bom humor, Aura Lyris, Vinícius Sousa, Lize Borba, Bruno Espíndola e Thiago Augustini falaram sobre a relação entre música e tecnologia, sobre internet, redes sociais, composição e também sobre o atual momento da música católica. A turma não se furtou a fazer projeções para os próximos 5 anos.

OUÇA A ENTREVISTA COMPLETA

Leia abaixo alguns trechos da entrevista:

Antes da banda

Vinícius Sousa – Basicamente eu era a mesma coisa (risos). Só toco um pouquinho mais e penso um pouquinho mais também. Eu tinha entre 17 ou 18 anos, quando entrei na banda. Eu estudava ainda, estava saindo do terceiro ano (do segundo grau). Então foi basicamente a fase de adaptação da minha mente. Se piorou ou melhorou, aí já não sei dizer (risos).

Lize Borba – Vixi, cara, 5 anos faz diferença na vida de uma pessoa.Eu tinha 21 anos, fazia faculdade, participava de um grupo de jovens, onde tinha uma banda chamada Beneditos. A gente tocava hardcore católico.

Bruno Espíndola – Eu trabalho com música católica desde os 14 anos. Na verdade, eu aprendi a tocar na Igreja, tocando em grupos de oração. Meu caminho sempre foi na Igreja, mas eu queria fazer algo diferente.

Aura Lyris – Eu morava em São Paulo (SP) e queria ser atriz ou fazer cinema. Eu nunca tive banda, nunca havia cantado em lugar nenhum, a não ser no karaokê da minha tia (risos).

Thiago Augustini – Eu também morava em Joinvile, tocava no ministério de música de uma comunidade de vida, chamada Arca da Aliança. Tocava tudo, menos rock (risos).

Diferencial do Beatrix

Aura – Uma coisa que é muito visível, que na verdade nem sei se é mérito nosso, mas que realmente mudou muito, foi o uso das ferramentas de internet: myspace, twitter, facebook, etc. A gente não achava coisas católicas brasileiras nesses espaços.

Lize – A gente não achava brasileiros, porque fora sempre houve. As bandas aqui não usavam muito essas coisas. Mas aí a gente começou a usar muito, porque coincidiu com o advento dessas novas tecnologias.

Thiaguinho – Eu acho que o mais inovador foi essa questão de contato com o público, que a gente valorizou bastante.

Público e internet

Bruno – A banda começou a acontecer realmente por causa da internet. O (DJ) Tau divulgou uma música que a gente tinha gravado apenas como demo, sem a gente saber. Aí o pessoal começou a entrar no site dele, falando do Beatrix, a música começou a tocar nas rádios. A gente não havia nem lançado o CD ainda. Então eu acho que isso moveu outras bandas católicas a usar e ver que a internet funciona.

Thiaguinho – É notável, depois que a gente lançou um CD independente, o número de pessoas que começaram a acreditar mais nessa possibilidade. O fato de não ter necessariamente que estar numa gravadora para conseguir lançar um CD, eu acho isso muito legal. Acho que outro diferencial foi o vocal feminino cantando rock.

Amadurecimento musical

Vinícius – A gente foi se adaptando. Muita coisa a gente pensava em fazer no começo e não ligava para o que a Aura podia ou não fazer (no canto). A gente tinha as idéias e fazia. Hoje a gente já sabe até onde ela chega, onde ela não chega, até onde fica confortável, fica bonito.

Aura – A gente fazia as músicas e só depois, na hora de tocar ao vivo, é que a gente se tocava: putz, essa música é muito difícil. Eu acho que a diferença é que antes estavam todos ouvindo a mesma referência para fazer música, hoje a gente escuta a referência de cada um.

Bruno – Eu acho que o que é mais legal é que a gente não se preocupa tanto com o profissional, a gente faz as coisas mais pensando artisticamente.

Frutos do primeiro CD

Thiaguinho – São muitos testemunhos, das pessoas se identificando. Era aquilo que dizem as letras que eles precisavam escutar. Parecia que essas canções conseguiam resolver muitos problemas no coração dos jovens, indicando pelo menos o início do trilho…

Aura – E era isso mesmo o que a gente queria com o primeiro CD, só mostrar a porta. Se ele vai entrar ou não é justamente o que a gente fala na música “O Terminal”: depende de você se vai embarcar ou não. E na época, eu estava descobrindo ainda minha fé, cheia de dúvidas, então foi isso muito o que saiu nas letras que eu escrevi.

Novo CD

Vinícius – Se a gente for pensar na mesma lógica do primeiro, se deu tanto bafafá, nesse segundo vai dar muito mais. Porque a gente mudou bastante em relação ao que a gente fez musicalmente no primeiro. E acho que vai ficar bem diferente do que a galera está acostumada a ouvir.

Aura – A gente está fazendo que sempre fez: dar a cara a tapa. (risos) A gente está fazendo o som que a gente gosta, não está fazendo algo que poderia ficar legal.

Alexandre Santos
*publicado no site da gravadora Codimuc